Feras e Heróis –Ferno, o Dragão de Fogode Adam Blade
"Ao ler, torno-me mil seres diferentes sem deixar de ser eu próprio." C.S.Lewis
Feras e Heróis –Ferno, o Dragão de Fogo
Poesia de Fernando Pessoa
O Portão do Corvo, de Anthony Horowitz
A Caixa em Forma de Coração
Um Lugar Mágico
O Recruta
Pequenas Memórias
EclipseLua Nova 
de Stephanie Meyer
Lua Nova é a continuação da história de Bella e de Edward, do livro Crepúsculo. Neste livro pode-se sentir o romance e o suspense sobrenatural destes dois jovens. É um livro apaixonante e surpreendente.
A Viagem do Elefante de José SaramagoVieira da Silva, Biblioteca (1949)
Na pintura, o artista representa as coisas do mundo. E tudo pode ser representado na pintura, tal como nos livros. Do que havíamos de falar nos livros, na tela, na pedra, senão das coisas que fomos vivenciando e que criaram em nós o desejo de falar delas?
Como um grande poeta argentino escreveu, "o sabor da maçã não está na própria maçã - a maçã não se saboreia a si própria - nem na boca de quem a come. Requer um contacto entre as duas. O mesmo sucede a um livro ou a uma colecção de livros, a uma biblioteca"( Jorge Luís Borges). Escrevemos sobre o que conhecemos e lemos o que compreendemos. É o leitor que chega e dá cor às palavras, interpretando-as e recriando-as. É por isso que uma biblioteca pode tornar-se no espaço privilegiado de todas as viagens, onde o leitor tem acesso a todos os caminhos possíveis.


Motivações para ler: É um livro que todos os adolescentes deveriam ler, pois aborda problemas sociais e, para além de ser muito cativante, é também muito fácil de ler.
Já passava das 8h30. A manhã clara enviava os primeiros raios de sol, enquanto os alunos realizavam uma ficha de avaliação. Sentada à secretária, junto à janela, eu relia ociosamente um clássico e saboreava em cada palavra os vestígios do campo, numa personagem que aprendera os requintes da civilização. Um prazer talvez proibido em horário de trabalho, mas tentador. Pela janela entravam os primeiros brilhos primaveris e o silêncio era apenas cortado pelo canto polifónico dos pássaros, felizes com as árvores e com a sua liberdade. Cada aluno, silenciosamente, lia, reflectia, associava, interpretava e dava asas à sua criatividade. No exterior, o burburinho do mundo insinuava os sons das coisas do quotidiano. Ao sabor dos sentidos, eu continuava a reler um dos meus livros preferidos nos últimos tempos, em frente de vinte cabeças debruçadas sobre folhas de papel. A certa altura, já os primeiros raios de sol batiam na minha cabeça, quando, de olhos postos no livro, deixo escapulir uma gargalhada, como se estivesse na presença de Jacinto e dos ilustres convidados, espreitando o fausto jantar, preso no elevador encravado. Alertada por impressões de movimento, levantei a cabeça e deparei-me com quarenta olhos de espanto, que tentavam perscrutar as raízes da minha gargalhada. No final da aula, os alunos rodearam-me: queriam saber informações sobre o livro que me havia feito rir.